Domingo, Maio 31, 2009
| |Quinta-feira, Maio 28, 2009
:: Inusitado ::
Nunca imaginei que teria a honra de conhecer uma Kleopátra. E hoje, lá em Aracruz, a conehci e também a seus irmãos Rary e Ismith. Pra vocês verem como a vida é. rs!
Quarta-feira, Maio 27, 2009
:: A menina dos cajás ::
Tinha tudo para escrever um post bem lúdico sobre minha relação com cajás e também sobre a generosidade da natureza, mas depois de ter enchido o pandú com uns 5kg de cajás (entre seus derivados) em tão pouco tempo, meu revival com a fruta termina aqui.
Quem quiser suco de cajá, geléia de cajá, doce de cajá, cajá verde, cajá maduro, enfim, um chá de cajá, esperneie a cá, já!
Segunda-feira, Maio 25, 2009
:: Age ::
- Lela, já sei qual é o meu problema...
- Não me diga?!!
- Nasci na época errada...
- Sabe que agora, com você me falando isso, eu penso que devia ter nascido lá pelos anos 50, só pra usar aqueles maiots enooorrrrrmes, me esbaldar em milk shake e usar vestidos de bolinha.
- Pois é, mas eu vou um pouco além... Devia era ter nascido em tempos bíblicos, sabe?
- Ah sei, tipo, Império Romano para usar aquelas togas e tranças e se esbaldar num azeite...
- Não, mais além... Tipo Jardim do Éden, entendeu?
- Per-fei-ta-men-te.
- É amiga, feliz era Eva que Adão não tinha ex.
- Má tu é boba, heim?
- Rs!
- Não me diga?!!
- Nasci na época errada...
- Sabe que agora, com você me falando isso, eu penso que devia ter nascido lá pelos anos 50, só pra usar aqueles maiots enooorrrrrmes, me esbaldar em milk shake e usar vestidos de bolinha.
- Pois é, mas eu vou um pouco além... Devia era ter nascido em tempos bíblicos, sabe?
- Ah sei, tipo, Império Romano para usar aquelas togas e tranças e se esbaldar num azeite...
- Não, mais além... Tipo Jardim do Éden, entendeu?
- Per-fei-ta-men-te.
- É amiga, feliz era Eva que Adão não tinha ex.
- Má tu é boba, heim?
- Rs!
Quinta-feira, Maio 21, 2009
:: SAC ::
Olá!
Há poucos meses comprei um tênis NIKE MAXAIR, nº. 36, cor cinza com detalhes em roxo, com o objetivo de fazer caminhadas.
Ao longo desses 4 meses não utilizei o tênis para o objetivo inicial - a preguiça falou mais alto, vocês sabem. O máximo de tempo que passei com o tênis no pé foram alguns minutos em breves caminhadas até a padaria e lugares próximos a minha casa.
Mas há duas semanas fiz a primeira caminhada de uma hora com o tênis. Foam três dias de caminhada até que percebi que meu pé esquerdo (só o esquerdo) estava ficando um pouco estranho. As juntas de todos os dedos “incharam” e os dedos “subiram sobre o dedão do pé”.
Como estava sentindo fortes dores, procurei uma podóloga, imaginando que estava com alguma unha encravada. A podóloga disse que não tinha nenhuma podóloga e que meus dedos estavam apenas “traumatizados”, possivelmente, por causa do formato do tênis.
As dores continuaram e os dedos começarama ficar cada vez mais roxos (detalhe nojento, que vocês talvez dispensariam saber, eu sei). Então fui a um ortopedista que confirmou que o problema era trauma por causa da forma do tênis.
Vou ser bem sincera com vocês: meu dedo está parecendo uma cabeça de funghi sêco. Tirei uma foto do estrago, mas vou poupar a todos do constragimento.
Enfim, esta é a primeira vez que recorro a um serviço de SAC, e, a bem da verdade vocês tem o direito de contestar e até mesmo de rir da minha queixa, afinal não é todo dia que alguém diz que o dedão do pé está parecendo uma cabeça de cogumelo. "Pessoa louca: por que não procura outra forma de tênis? Simples."
Mas não custa nada tentar, não é mesmo? Se o meu registro e o meu bom humor puderem ajudar a outros pés, já ficarei satisfeita.
Desde já, obrigada!
Ser atendente de SAC não deve ser uma atividade das mais fáceis. Não mesmo.
Há poucos meses comprei um tênis NIKE MAXAIR, nº. 36, cor cinza com detalhes em roxo, com o objetivo de fazer caminhadas.
Ao longo desses 4 meses não utilizei o tênis para o objetivo inicial - a preguiça falou mais alto, vocês sabem. O máximo de tempo que passei com o tênis no pé foram alguns minutos em breves caminhadas até a padaria e lugares próximos a minha casa.
Mas há duas semanas fiz a primeira caminhada de uma hora com o tênis. Foam três dias de caminhada até que percebi que meu pé esquerdo (só o esquerdo) estava ficando um pouco estranho. As juntas de todos os dedos “incharam” e os dedos “subiram sobre o dedão do pé”.
Como estava sentindo fortes dores, procurei uma podóloga, imaginando que estava com alguma unha encravada. A podóloga disse que não tinha nenhuma podóloga e que meus dedos estavam apenas “traumatizados”, possivelmente, por causa do formato do tênis.
As dores continuaram e os dedos começarama ficar cada vez mais roxos (detalhe nojento, que vocês talvez dispensariam saber, eu sei). Então fui a um ortopedista que confirmou que o problema era trauma por causa da forma do tênis.
Vou ser bem sincera com vocês: meu dedo está parecendo uma cabeça de funghi sêco. Tirei uma foto do estrago, mas vou poupar a todos do constragimento.
Enfim, esta é a primeira vez que recorro a um serviço de SAC, e, a bem da verdade vocês tem o direito de contestar e até mesmo de rir da minha queixa, afinal não é todo dia que alguém diz que o dedão do pé está parecendo uma cabeça de cogumelo. "Pessoa louca: por que não procura outra forma de tênis? Simples."
Mas não custa nada tentar, não é mesmo? Se o meu registro e o meu bom humor puderem ajudar a outros pés, já ficarei satisfeita.
Desde já, obrigada!
Ser atendente de SAC não deve ser uma atividade das mais fáceis. Não mesmo.
:: PAC ::
Ao que parece está havendo um bafafá entre o MP e a Prefeitura de Vitória por causa da "brilhante" idéia de se construir um conjunto habitacional de 113 casas populares em Fradinhos.
De acordo com a matéria que saiu no jornal, o órgão entende que a área em questão não pode ser utilizada para esse fim, por ser considerada uma zona de preservação ambiental permanente. A comunidade, por sua vez, é contra a realização do projeto, justamente porque o bairro perderia sua principal característica: a de ser conhecido como o "pulmão da Capital". Hoje, Fradinhos é o bairro de Vitória com maior reserva preservada da Mata Atlântica.
A discussão já descambou para o lado da demagogia barata, com o MST ridicularizando os argumentos contra o projeto dizendo que "mansão pode, e casa popular não?", etc e tal. Enfim... Uma excelente maneira de desviar atenção dos números que encobrem esse absurdo.
Para a realização do projeto, a prefeitura Vitória vai gastar CINQUENTA E CINCO MILHÕES DE REAIS, verba contadinha vinda do PAC, o Programa de Aceleramento do Crescimento do Governo Federal.
Numa conta "burra", ao dividirmos o valor da verba pelo número de casas populares teremos quase QUINHENTOS MIL REAIS gastos com cada casa. Claro que a conta "burra" que fiz não contempla o mínimo de infra-estrutura necessária com saneamento e urbanização, mas ainda assim, não é possível que ninguém tenha reparado no tamanho do absurdo.
Por curiosidade, resolvi digitar no google "conjunto habitacional casas populares municípios" e observei vários projetos de diversas prefeituras, mas nenhumas se compara a de Vitória. Em Minas, por exemplo, o governo empenhou R$ 1, 52 em 60 casas populares. Em São Paulo, há um conjunto de 50 casas orçado em R$ 1,74 milhão. O projeto de Fradinhos contempla o dobro de casas, e custa vinte vezes mais.
Se esses valores são condizentes com um projeto dessa monta eu não sei. Percebo, entretanto, que valores pretensamente justos não guardam muita pertinência com o padrão camarada que direciona o PAC e seus votinhos garantidos.Por menor que seja a suspeita de eficiência na gestão do dinheiro público, ela é o bastante para riscar a Prefeitura do mapa do PAC.
Quinta-feira, Maio 14, 2009
:: Samba ::
Quando o peito vira pedra e os sonhos já não são mais azuis:
O SAMBA DE SEMPRE.
Tinha cá pra mim
Que agora sim
Eu vivia enfim
O grande amor
Mentira
O SAMBA DE SEMPRE.
Tinha cá pra mim
Que agora sim
Eu vivia enfim
O grande amor
Mentira
Hoje eu tenho apenas
Uma pedra no meu peito
Exijo respeito
Não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada
Quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor
Mentira
Uma pedra no meu peito
Exijo respeito
Não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada
Quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor
Mentira
Quarta-feira, Maio 13, 2009
:: Age ::
Primeiro foi o amigo do meu irmão me chamaod de "tia" após uma carona que lhe dei até o Wall Street ("tchau, tia!" CUMA? HEIM? ). Depois foi a dermatologista que indicou um creme a base de retinol-plasmol-sarapatol-e-o-caraleol para preenchimento de rugas. Aí veio a minha terapeuta ocular (já mencionei que a minha oftalmologista é também a minha terapeuta?) e recomendou uma soluçãozinha básica para o problema de vista cansada. Para completar a PRIMEIRA unha encravada. E agora, o Dr. Michel com um papo que eu deveria fazer hidroginástica pois é uma atividade mais "leve". Leve? Sei...
Bem vinda aos trinta anos.
(Céus... Será que a maldição do meu pai vai pegar?)
Terça-feira, Maio 12, 2009
:: Gibran ::
Vós nascestes juntos e juntos permanecereis para todo o sempre.
Juntos estareis quando as asas da morte dissiparem vossos dias.
Sim, juntos estareis até na memória silenciosa de Deus.
Mas que haja espaço na vossa junção.
E que os ventos dos céus dancem entre vós.
Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão:
Que haja antes um mar entre as praias de vossas almas.
Enchei a taça um do outro, mas não bebais na mesma taça.
Daí de vosso pão um ao outro, mas não comais do mesmo pedaço.
Cantai e dançai juntos, e sedes alegres, mas deixai cada um de vós estar sozinho.
Assim como as cordas da lira são separadas e, no entanto, vibram na mesma harmonia.
Daí vossos corações, mas não confieis à guarda um do outro.
Pois somente a mão da vida pode conter vossos corações.
E vivei juntos, mas não vos aconchegueis em demasia;
Pois as colunas do templo erguem-se separadamente.
E o carvalho e o cipreste não crescem à sombra um do outro.
Gibran - O poeta do amor.
Juntos estareis quando as asas da morte dissiparem vossos dias.
Sim, juntos estareis até na memória silenciosa de Deus.
Mas que haja espaço na vossa junção.
E que os ventos dos céus dancem entre vós.
Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão:
Que haja antes um mar entre as praias de vossas almas.
Enchei a taça um do outro, mas não bebais na mesma taça.
Daí de vosso pão um ao outro, mas não comais do mesmo pedaço.
Cantai e dançai juntos, e sedes alegres, mas deixai cada um de vós estar sozinho.
Assim como as cordas da lira são separadas e, no entanto, vibram na mesma harmonia.
Daí vossos corações, mas não confieis à guarda um do outro.
Pois somente a mão da vida pode conter vossos corações.
E vivei juntos, mas não vos aconchegueis em demasia;
Pois as colunas do templo erguem-se separadamente.
E o carvalho e o cipreste não crescem à sombra um do outro.
Gibran - O poeta do amor.
:: Esquisitônia ::
Me livrei de metade das minhas blusas brancas e aposentei o óculos com armação transparente. Agora só falta deixar a franja crescer e cuidar para o cabelo não alaranjar. Tudo para não escutar novamente que sou a cara da "Esquisitônia" da novela das oito.
Os seres humanos podiam, ao menos, pensar que comparar você com a figura mais troncha da novela não é exatamente um elogio, né?
Mas tudo bem, todo pretexto é pouco para dizer que preciso de novas roupas.
Segunda-feira, Maio 11, 2009
:: Um Homem ::
E se perguntam quem foi o homem, alguém com voz baixa responde: um homem
Há um homem no mundo, só um, que não suporta mudanças. O presente e o futuro dele são passado e isso se chama sentimento de posse. Como se, fazendo com que o hoje seja idêntico ao ontem, tivesse o controle do mundo.
Há um homem no mundo, só um, que não suporta mudanças. O presente e o futuro dele são passado e isso se chama sentimento de posse. Como se, fazendo com que o hoje seja idêntico ao ontem, tivesse o controle do mundo.
E todos os dias o homem acorda cedo, tosse a sua tosse forte, anda pela casa com passos firmes e é pesado. Todos os dias o homem é pesado. Com a sua barba mal feita e seu corpo grande, desce as escadas com as mãos na parede e trata os passarinhos, dos quais tanto gosta, com a delicadeza de uma mulher que quer ter um filho.
Hoje ele reclama das contas como se fosse o chefe da família, mas um dia ele preparou a cama dos filhos com muitos travesseiros e muito cuidado, não se importou com o atraso da mulher e, acredite, ganhou abraços no seu aniversário.
Todos os dias o homem é pesado e vai trabalhar. E todos os dias o homem vai trabalhar sem gravata nem nada, mas encontra amigos e fala da família. A conta de luz não é ele quem paga, mas ele tem uma arma. Veja como é homem, o homem.
Perguntaram para o homem do que ele se livraria se precisasse se livrar de algum pertence. Do carro, por um melhor.É que ele não suporta mudanças, mas o carro andava ruim...
Então o homem, que tinha passarinhos, armas, emprego, mulher e filhos (assim, nessa ordem), um dia perdeu tudo. Tudo e o rumo.
Que ingênuo foi o homem, acreditando que só não salvaria o emprego com rosas vermelhas...
Das maiores perdas, porém, a maior foi a rotina. Perder a rotina é uma dor que só reconhece quem acordava cedo, tossia sua tosse forte e era pesado. Só sabe a dor de perder a rotina quem já tratou passarinhos com a delicadeza de uma mulher que quer ter um filho.
O carro é o mesmo e às vezes é visto pelas ruas. Das armas, ainda ouvem falar. Os passarinhos nunca seriam soltos, porque quem é preso de espírito não suporta também a liberdade alheia, mas não são tratados todas as manhãs. O emprego é de outro. A mulher quer ser de outro. Os filhos são dele mesmo, claro, mas não se consideram como tais.
E se perguntam quem foi o homem, alguém com voz baixa responde: um homem.
Fernanda Stange - Revista paradoxo
Fernanda Stange - Revista paradoxo
Domingo, Maio 10, 2009
|Quinta-feira, Maio 07, 2009
:: Imbecil ::
Odeio me sentir uma imbecil de carteirinha. Isso acontece, por exemplo, quando a minha mãe grita "vai abrir a coca-cola quente?????!!!!", eu ignoro o apelo, abro a coca-cola, a coca entra em erupção, e eu fico igual a uma retardada tentando salvar o resto de coca-cola da garrafa.
Segunda-feira, Maio 04, 2009
:: Astros ::
Irã reclamou por Ahmadinejad não ser recebido no Planalto04 de maio de 2009 • 19h42 • atualizado às 22h24
Reclamações sobre uma eventual falta de deferência do governo brasileiro para a recepção do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil foram um dos fatores que funcionários do mandatário iraniano apontaram a autoridades brasileiras para justificar o cancelamento da viagem que ele faria a Brasília nesta quarta-feira. Uma postura mais proativa do governo Lula em defesa das relações Brasil-Irã também foi lembrada na argumentação para o adiamento da visita de Estado.
Cantemos glórias aos astros que nos pouparam de mais um constrangimento. (Sim, só pode ter sido obra intergalática... Inútil esperar o mínimo de discernimento do presidente Lula e do Ministro Celso Amorim em casos como esse.)
:: Poluição ::
Blog mais poluído que este não deve haver.
E nem preciso perguntar para o meu espelho...
E nem preciso perguntar para o meu espelho...
:: America Latina ::
Num documentário de quatro episódios produzido pelo National Geographic, Álvaro Vargas Llosa nos leva a uma viagem polêmica pela história recente do continente, identificando os pontos de inflexão mais importantes que definiram o atual panorama político e social .
Cada episódio aborda um assunto - indigenismo, imperialismo, populismo e ditadura - e analisa as raízes das tendências surgidas no século 20, examinando suas causas e seus efeitos, além da sua influência permanente.
Por meio do olhar do apresentador e de vários protagonistas e testemunhas da história recente, a série avalia as conseqüências de certos líderes e acontecimentos para latino-americanos com diferentes bagagens étnicas e culturais. Também reflete sobre como as novas formas de "indigenismo", "imperialismo", "populismo" e "ditadura" afetarão o futuro próximo.
Conversando com todos os tipos de pessoas (de camponeses a presidentes), visitando lugares que foram palco da história, explorando o pano de fundo histórico urbano e rural e identificando o que os países têm em comum em relação aos quatro temas da série, "Desvendando a América Latina" pretende explicar ao público por que as coisas são como são na América Latina hoje e para onde o continente está caminhando
DEFINITIVAMENTE, UMA DAS MELHORES COISAS DOS ÚLTIMOS TEMPOS!
Seguem links:
http://mundofox.com.br/br/videos/desvendando-a-america-latina-/o-populismo/9103716001/
http://mundofox.com.br/br/videos/desvendando-a-america-latina-/o-imperialismo/9103717001/
http://mundofox.com.br/br/videos/desvendando-a-america-latina-/o-indigenismo/8938095001/
http://mundofox.com.br/br/videos/desvendando-a-america-latina-/o-novo-autoritarismo/8910748001/
Cada episódio aborda um assunto - indigenismo, imperialismo, populismo e ditadura - e analisa as raízes das tendências surgidas no século 20, examinando suas causas e seus efeitos, além da sua influência permanente.
Por meio do olhar do apresentador e de vários protagonistas e testemunhas da história recente, a série avalia as conseqüências de certos líderes e acontecimentos para latino-americanos com diferentes bagagens étnicas e culturais. Também reflete sobre como as novas formas de "indigenismo", "imperialismo", "populismo" e "ditadura" afetarão o futuro próximo.
Conversando com todos os tipos de pessoas (de camponeses a presidentes), visitando lugares que foram palco da história, explorando o pano de fundo histórico urbano e rural e identificando o que os países têm em comum em relação aos quatro temas da série, "Desvendando a América Latina" pretende explicar ao público por que as coisas são como são na América Latina hoje e para onde o continente está caminhando
DEFINITIVAMENTE, UMA DAS MELHORES COISAS DOS ÚLTIMOS TEMPOS!
Seguem links:
http://mundofox.com.br/br/videos/desvendando-a-america-latina-/o-populismo/9103716001/
http://mundofox.com.br/br/videos/desvendando-a-america-latina-/o-imperialismo/9103717001/
http://mundofox.com.br/br/videos/desvendando-a-america-latina-/o-indigenismo/8938095001/
http://mundofox.com.br/br/videos/desvendando-a-america-latina-/o-novo-autoritarismo/8910748001/
Domingo, Maio 03, 2009
| |:: Boletim Histérico Semanal ::
Boletim Histérico Semanal informa:
Que casamento pode acabar em briga, todo mundo sabe. Agora, um casamento seguido de outro casamento, de outro, de outro E-DE-OUTRO em apenas nove dias pode fazer com que uma noiva estressada, sentimental e sem data marcada para o seu casamento queira ser abduzida na próxima vez que a convidarem para uma festa.
Para quem não se deu o trabalho de contar, foram cinco casamentos em apenas nove dias. Isso significa que foram cinco presentes, cinco vestidos, cinco idas a salão – tá certo que em dois dos casamentos, metade do trabalho ficou a cargo da hair stylists que vos escreve, graduada pelo Instituo Cuca-Fresca de Coqueiral de Aracruz (a.k.a Tia Marisa) e pós graduada pelo Instituto Kerastase de Lugano, na Suiça - 100 unhas pintadas e muito blush – para dar aquele ar de saúde.
O fato é que em um desses casamentos, acabei caindo no choro.
Sentei-me ao lado de mamãe, de um lado, e do meu noivo, do outro. Enquanto mamãe, não parava de falar e “narrar” a cerimônia, meu noivo soltava comentários ácidos bem ao seu estilo. Quando perceberam que eu não estava no meu melhor momento perguntaram-me com preocupação: Que foi filha, você está se sentindo pressionada? Que foi amor, você está achando que não vai casar na Igreja? Hããã? Estafei geral. Saí da igreja e fui tomar uma fresca, lançando-lhes um olhar fulminhante que dizia tudo: E quanto a vocês dois; não se atrevam!!!!!
Sei que a maioria das pessoas, hoje em dia, está mais preocupada em saber se o vestido da noiva é “branco ou off- white”, ansiosos com o grande espetáculo. Mas eu me entrego demais a momentos como esses. Mesmo não sendo católica, e certa de que a felicidade de um casal reside na obviedade do dia a dia, acabo deixando transparecer meu fascínio pelas liturgias e rituais. Presto atenção em cada verbo e cada vírgula; em cada olhar e em cada prece; desejando verdadeiramente, loucamente, ansiosamente que ...... SIM! Que aquilo seja verdade, ou que se torne uma verdade! E falta-me ar, falta chão... Enfim, vou a exaustão. Pessoa louca.
Que casamento pode acabar em briga, todo mundo sabe. Agora, um casamento seguido de outro casamento, de outro, de outro E-DE-OUTRO em apenas nove dias pode fazer com que uma noiva estressada, sentimental e sem data marcada para o seu casamento queira ser abduzida na próxima vez que a convidarem para uma festa.
Para quem não se deu o trabalho de contar, foram cinco casamentos em apenas nove dias. Isso significa que foram cinco presentes, cinco vestidos, cinco idas a salão – tá certo que em dois dos casamentos, metade do trabalho ficou a cargo da hair stylists que vos escreve, graduada pelo Instituo Cuca-Fresca de Coqueiral de Aracruz (a.k.a Tia Marisa) e pós graduada pelo Instituto Kerastase de Lugano, na Suiça - 100 unhas pintadas e muito blush – para dar aquele ar de saúde.
O fato é que em um desses casamentos, acabei caindo no choro.
Sentei-me ao lado de mamãe, de um lado, e do meu noivo, do outro. Enquanto mamãe, não parava de falar e “narrar” a cerimônia, meu noivo soltava comentários ácidos bem ao seu estilo. Quando perceberam que eu não estava no meu melhor momento perguntaram-me com preocupação: Que foi filha, você está se sentindo pressionada? Que foi amor, você está achando que não vai casar na Igreja? Hããã? Estafei geral. Saí da igreja e fui tomar uma fresca, lançando-lhes um olhar fulminhante que dizia tudo: E quanto a vocês dois; não se atrevam!!!!!
Sei que a maioria das pessoas, hoje em dia, está mais preocupada em saber se o vestido da noiva é “branco ou off- white”, ansiosos com o grande espetáculo. Mas eu me entrego demais a momentos como esses. Mesmo não sendo católica, e certa de que a felicidade de um casal reside na obviedade do dia a dia, acabo deixando transparecer meu fascínio pelas liturgias e rituais. Presto atenção em cada verbo e cada vírgula; em cada olhar e em cada prece; desejando verdadeiramente, loucamente, ansiosamente que ...... SIM! Que aquilo seja verdade, ou que se torne uma verdade! E falta-me ar, falta chão... Enfim, vou a exaustão. Pessoa louca.






