Doida, doida, e doida. E o que se poderia pensar de uma pessoa que num instante escreve para celebrar a alegria, e, noutro procura as razoes da tristeza. Mas acreditem: o espaço entre uma escrita e outra, definitivamente, não e maior do que as infinitas mudanças de humor e perspectivas que me consomem ao longo do dia (a noite então...).“Desritmia” – uma palavra que aprendi com meu namorado - ou não, talvez seja a mais natural das reação para alguém sabe da perda de tempo que e seguir o movimento pendular do “bem e mal”, “triste e alegre”, “bem-me-quer e mal-me-quer”, “amor e ódio”. Exatamente como aquelas revelações feitas ao fiel religioso: Deus, como sentimento maior, esta em tudo. Dividir os sentimentos em bem e mal, sem que exista um no outro, e cosntrucao das mais simplistas do ser humano.
E, graças a Deus, descobri um Rubem Alves sabido para cada devaneio meu.
Aviso aos Docinhos navegantes: teclado americano sem acento!