Segunda-feira, Outubro 30, 2006

:: Segunda-feira ::

Não tenho o que reclamar da minha segunda-feira, mas que eu queria que hoje fosse sábado para estar com pessoas bacanas como essas, ah, isso eu queria!

Foto tirada sábado, no Di Pietro, um restaurante novo (?) que abriu na Praia do Canto. Aprovadíssimo! E a minha dica vai para o crepe de mussarela de bufula com tomates a confit.
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  Quinta-feira, Outubro 26, 2006

:: Ser humano ::

Eu as vezes me pergunto o que leva um ser humano a pensar que ele é melhor que o outro. O que?
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  Quarta-feira, Outubro 25, 2006

:: Dona Edith ::

Dona Edith

É, ou não é?
Eu sei que a insana teatral é a terça-feira, mas do jeito que a minha quarta-feira foi insana, com a insanidade que me aconetceu no consutório médico, só mesmo a D. Edith para me lembrar que não devo deixar o barraco cair!
É, ou não é?
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:: O preço da fionice ::

A minha capacidade de sofrer por antecipação, criar e alimentar situações de pavor sem um motivo consistente atingiu o cume da frescurite aguda (ou, como diria o meu namorado, a quem eu sempre repreendia, mas, que agora vou ter que concordar e engolir caladinha, da "fionice"). Eu explico.
Voltei mais cedo do trabalho, no ônibus do pessoal que trabalha de turno na Aracruz Celulose para tirar os pontos das cirurgias estéticas (no popular: lanternagem e recauchutagem com direito a novas anteninhas de vinil) que fiz há alguns dias. Não que eu seja alguma "coca-cola" ou Juliana Paes da vida, até por que, virar a sensação em um ônibus com 35 homens e só você de mulher não tem nada de surpreendente, mas a cena e a sensação de ser o "bendito fruto entre os homens" vai da desconfiança ao hilário conforme o numero de fileiras que você precise adentrar para conseguir um lugar vago.
Cheguei em Vitória, e, com medo de sentir dor ou ficar muito nervosa tomei um sossega leão para me acalmar e encharquei os locais aonde o médico deveria retirar os pontos com anestésico tópico. Tomei um taxi - necas de pitibiribas de dirigir ainda - e fui para o médico. Lá no consultório comecei a desabafar com a secretária que, paciente e incredulamente ouviu os meus miados. O médico se atrasou, e eu, infantil como nunca, comemorava cada minuto de atraso. Foi quando, de repente, ao som da Marcha Imperial, e com aquele sorriso mazoquista que só os médicos sabem exprimir, ele entrou porta a dentro.
Aí começou o suador bravo, o pescoço ficou duro, e eu já não respondia aos chamados. Enfim, o médico não conseguiu retirar os pontos por causa da minha tensão, de maneira que terei que ficar semi-internada para que isso seja possível amanhã. Com esse ataque de frescura lá se vão quase R$ 500,00, dinheirinho santo que ia ser bem usado nos feriados de novembro. É o preço da fionice... Droga.
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  Segunda-feira, Outubro 23, 2006

:: Pérolas em família ::

Reuniões em famílias sempre rendem pérolas, mas, desta vez, o meu pai se superou. Então, enquando eu o repreendia porque ele não parava de encher de cerveja o copo da minha avó que, com seus 76 anos, já estava pra lá Bagdá, ele rebateu:
- Taiza... Ela vai daqui pra cova, deixa!

É mole?
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  Domingo, Outubro 22, 2006

:: E digo mais! ::


E digo mais... Simplicidade, talvez seja isso: quando o coração olha para uma única direção.
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:: Três meses ::

O pântano está em festa!

Não que hoje eu esteja mais feliz do que ontem, pois penso que todos os dias ao lado de quem mais amamos devem ser lembrados, comemorados e agradecidos, como verdadeiras oportunidades divinas, mas, por uma quesão de tradição e também acompanhamento ao calendário juliano quero-lhes fazer um registro: O pantâno está mais uma vez em festa! Hoje, 22 de outubro de 2006, este humilde a atrapalhado casal de ogros completam três meses que estão juntos.
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  Sexta-feira, Outubro 20, 2006

:: Praia do Canto ::

Eu, sinceramente, estou com medo de andar pela Praia do Canto (um bairro daqui de Vitória considerado o primo-pobre do Leblon Carioca). É tanta obra, e tanto asfalto, mas taaaaaaanto asfalto novo, que qualquer dia a prefeitura de Vitória ainda vai asfaltar uma pessoa destraída como eu. Hoje, caminhando pela Aleixo Neto, e olhando para a chão (herança maldita que herdei do meu pai: o hábito de não olhar para frente, e sim para a baixo) fui surpreendida com um grito do manobrista do salão aonde fui: Cuidado com a caçamba de asfalto, vai voar tudo na Madame! O madame foi soda!
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  Quinta-feira, Outubro 19, 2006

:: No clima ::

Então, de repente, Frederico Eugênio de Alburqueque Miranda toma Maria da Cidade pelos braços, para lhes dizer: Nunca mais ouvirei a fofoqueira da esquina, e muito menos ao cachorro falante, mas tão somente meu coração. (*Piada interna: Essa não, as vozes interiores nãããão!!!). Tu es mia, para siempre, chica!
Bobeirinha básica só para quebrar o clima de dramalhão mexicano.
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:: Da série mexicana "Um furacão chamado 2006 ::

Parte IV – Corpo e mente insanos
Adoeci. Mas ninguém me fez ou deixou doente: adoeci por falta de cuidados meus. Vivi o medo de estar com uma doença auto-imune (Lupus), da paralisação de um rim, e, conheci todo o poder da serotonina – a qual eu sempre subestimei julgando-a como pura frescura da vida moderna.
Permito-me discordar em parte daquele ditado popular segundo o qual “basta querer para mudar”. Só vontade de acabar com aquilo tudo não foi suficiente. Aprendi que a gente subestima demais o cérebro como um órgão. A gente não tem dor de estômago, de fígado e de rim? Então, por que com o cérebro haveria de ser diferente? Nesse caso, ajuda profissional tornou-se uma questão de sobrevivência.

Parte V – Dr. Saracura
Encontrei a ajuda na medida que precisava, e com quem precisava. As sessões com o Dr. Saracura poderiam ser mais uma oportunidade perdida na minha vida, outro momento para enganar a mim mesma, disputando com ele as respostas e as razões para as coisas que estavam acontecendo. Mas eu decidi que faria daquilo a grande oportunidade de enfrentamento da minha vida. E enfrentar, nesse caso, significava ME ENCONTRAR.
Foi o tempo de reencontrar as minhas vontades, as minhas referências, os meus sonhos, os meus quereres. Foi o tempo de admitir, mas não mais ceder, as minhas inseguranças. Foi o tempo de aceitar Foi o tempo de chorar, mas também de acreditar e ver a vida com outros olhos – os olhos da essência. Aquela menina que ficava quieta no canto da sala, com vontade de levantar do sofá e correr para o primeiro banheiro para chorar e pedir ao tempo que não chegasse a minha vez (Eu não! Eu não! Eu não!) percebeu que se, por um lado ninguém estaria ali para massagear o meu ego e ter peninha de mim, havia alguém com ética, profissionalismo e MUITO cuidado com as palavras que estava disposto a me ajudar. Mas o fato é que a própria vida cuidou de me mostrar que nada acontece por acaso. Vida justa!

Parte V – Obrigada!

À Luciana (que primeiro me acolheu), Daniela (que sempre me entendeu), Caroline (que sempre me alertou), César (que sempre me fez pensar), Larissa (que sempre esteve presente), Ricardo (que sempre me fez rir), Sandro (que soube silenciar e respeitar o meu silêncio), Pity (que, mesmo sem me confidenciar, sei que rezou por mim), Ana e Déia (que também, mesmo sem em confidenciar, sei que etsiveram por aqui), Léo (pela delicadeza de sempre), Neucy (que, da sua maneira simplória, tentou ajudar) Ângela (que chorou comigo) Luiz (que chorou por mim), e, especialmente SÉRGIO (que disse que eu merecia ir além), o meu muito obrigada.
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  Quarta-feira, Outubro 18, 2006

:: Pausa auto-crítica ::

Mas que seriezinha mais piegas eu fui inventar, heim? Putz, que mico!
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:: Da série "um furacão chamado 2006" ::

PARTE II - Medo
Então, num exercício de memória e honestidade volto ao meu Reveillon de 2005-2006. Seria uma hipócrita se dissesse que, em meio a família, fartura de comida, e esperanças, tudo foi festa.
Há poucos dias, quando resolvi fazer uma faxina de memórias (sim, porque descobri que os verdadeiros sentimentos não se vão com meras faxinas, ao contrário, se eternizam nas nossas histórias, mas as ilusões, ah, essas sim, podem ser varridas quando deixamos de alimentar a matéria vã de que são feitas) do meu computador e das minhas caixas encontrei uma foto minha daquela noite festiva. O vestido, branco e com detalhes em renda, ditava a moda. Moda leve, "alto-verão", que contrastava com o medo então visível nos meus olhos. Mas... Medo de que? Embora hoje eu reúna condições de sugerir (sugerir, apenas) razões para tanto medo, não ousaria. Acho que era medo dessas coisas que sentimos e que nem sempre sabemos explicar.

Parte III - Decepção e fim.
Há quem diga que um grande amor não têm fim. Pois eu digo, sem raiva no peito e de mente sã, que tem fim sim. E ele termina com o fim dos valores que constroem e unem duas pessoas.
Como esses valores se perdem é algo difícil de explicar. Não há vítima nem vilão numa história sem final feliz. Encher-se de ódio e oferecer esse papel a uma das partes é coisa para gente covarde, fraca.
Mas, tenho pra mim que a falta de desejo sincero de sonhar junto possa ser uma explicação para o fim. É... Talvez tenha sido isso mesmo. A falta de vigília abriu caminhos para que fluidos vis como deslumbramento, ambição desmedida, egoísmo, insegurança, e inveja encontrarem um terreno frágil para se estabelecer e atropelar sonhos e os melhores sentimentos que ali habitavam.
Parte IV - Dor.
A minha dor eu conheci no silêncio. E com ele "explico" o que senti. E senti.
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  Terça-feira, Outubro 17, 2006

:: Um furacão chamado 2006 ::

PARTE I - Por que falar?
Ainda estamos relativamente longe da época em que as reflexões sobre o ano que passou tornam-se comum pelos blogs afora. O fato é que, foram tantas as coisas que me aconteceram nesse ano, que eu, estranhamente, senti necessidade de falar um pouco delas agora.

Certa de que o mundo é muito mais importante e interessante do que as minhas intimidades, peço-lhes licença para o meu desabafo pessoal. Aliás, acho que nunca me permiti escrever com franqueza sobre certas coisas que me aconteceram aqui no blog (sabe como é: o receio da tal da exposição...).

Mas em resumo é isso: a vontade de escrever veio da necessidade de, sobretudo, AGRADECER à vida por tudo e todos que ela me tem reservado.
Estou experimentando um momento de felicidade muito diferente das alegrias de outrora. É uma felicidade simples, sem um responsável para dar todos os créditos e culpas, sem grandes altos e baixos, - porém, não menos intensa - que me permite ver as coisas além das paixões.
Expor aqui tudo o que me aconteceu neste ano é uma idéia que precisa de fôlego e tempo para ser digerida - e escrita! - de maneira que tentarei fazer tudo em doses homeopáticas. E assim tem início mais uma série nesse blog semi-abandonado...
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  Domingo, Outubro 15, 2006

:: Suuuuper Repetitiva ::

"Senhor: as tristezas não foram feitas para os homens, e sim para as bestas; mas se aqueles se sentirem demasiadamente tristes se tornarão bestas".

Por que algumas coisas precisam ser repetidas, e trepetidas... E, Miguel de Cervantes, e seu Don Quixote é uma delas.
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  Sexta-feira, Outubro 13, 2006

:: Eu ::

Cá estou, recém-saída de uma cirurgia, na frente do computador, escrevendo na velocidade de movimentação dos continentes, só para não perder o hábito de nerdar.
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  Segunda-feira, Outubro 09, 2006

:: E tenho dito ::

Bloggar e coçar: é só REcomeçar!
E tenho dito.
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:: CONFISSOES POP ::

Uma vez li no blog do César, o cavaleiro errante, um post com esse título. A idéia era provar que o blog dele era POP, daí porque resolveu escrever um post-questionário, exatamente como aqueles questionários que eram febre na época da escola quando as meninas disputavam entre si em qual dos cadernos - sempre adesivados e perfumados com canetas de cheirinho - o gatinho da turma iria responder.
O legal, é que descobri no post dele que esse hábito - de responder a questionários - vem de muito longe. Na Inglaterra vitoriana já se preenchiam esses questionários, geralmente em reuniões de família, como passa-tempo. E, vejam vocês que até Marx já respondeu um questionário desses!
Então, num exercício de puro narcisismo permitam-me que eu exponha a vocês as respostas que dei para as perguntas que formulei.
A MINHA VEZ!
A qualidade que você mais aprecia: generosidade.
Sua característica principal: sensibilidade (experimente falar alto comigo sem um motivo contextual...).
Atividade preferida: ler e estar com pessoas.
O defeito que mais odeia: arrogância.
O vício que mais tolera: desgorganização. É aquele negócio: quem sou eu pra reclamar disso?
Um medo: de perder os dentes (é verdade, como tanto doce que sei lá...). Ok, falando sério: de inveja.
Um (a) homem/mulher: com postura.
Cuidado: primeiro com as pessoas, depois com as palavras.
Do que mantém distância: de provocação.
De quem mantém distância: de gente falsa.
Não tem desculpa: grosseria gratuita e má-fé. Já falei isso aqui né?
Idéia de Felicidade: Manhã de domingo, cama larga, lençóis brancos com detalhes rendados, filhos trazendo café com torradas e geléia de amora, suco de manga, pão tatu, tuuuudo cuidadosamente preparado pelo meu amor, na cama para mim. Enfim, aquela cena de propaganda de margarina... Ok, sejamos mais realista: tire a manhã de domingo, os lençóis e as rendas, a geléia e patati-patatá. Agradecerei pelos filhos que puder chamar de meus, e pelo homem que estiver ao meu lado!
Idéia de Miséria: ignorância por uma questão de simples opção.
Poeta predileto: Drummond.
Prosa predileta: Rubem Alves, João Guimarães Rosa.
Herói: Riobaldo, nosso herói matuto.
Heroína: Lisbela. Não consegui pensar em outra!
Filme preferido: 21 gramas.
Livro: Grande Sertão: veredas.
Cor favorita de cabelo e de olhos: mel.
Cores prediletas: branca e verde.
Nome favorito: Carolina. Quando pequena, sempre quis ser uma Carol.
Prato predileto: Muqueca. Camarão, lagosta, peixe, coentro, tomate, coloral, pimenta e sal. Nada mais viu?
Máxima: acreditar no melhor das pessoas. Sempre!
Uma certeza: minha certeza encontro no amor.
Amor: não existe pelas metades.
Deus: está em nós, está por nós.
Família: minha fortaleza.
Lema: Senhor, as tristezas não foram feitas para o homem; e sim para as bestas. Mas se aqueles se sentirem demasiadamente tristes se tornarão bestas. (Cervantes)
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:: Duas coisas ::

Duas coisas que eu não tenho conseguido fazer ultimamente: parar de comer e me concentrar. Isso é péssimo.
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  Domingo, Outubro 01, 2006

:: Direção ::

Falando em olhares ...
Talvez, simplicidade seja isso: quando o coração olha para uma única direção.
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:: Os olhos da alma ::

Post repitido sim, mas é por um bom motivo: por que, hoje, os olhos da alma me fazem mais sentido.

Temos dois olhos.
Com um vemos as coisas do tempo, efêmeras, que desaparecem.
Com o outro vemos as coisas da alma, eternas, que permanecem.
Dois olhos, cada um deles tem uma memória diferente.
Na memória do primeiro olho, estão guardadas, numa infinidade de arquivos,
as informações sobre o mundo de fora, coisas que realmente aconteceram.
Mas memórias do segundo olho são diferentes.
E isso porque elas moram na alma. E a alma é uma artista. Artistas não aceitam a realidade.
Imagine um ceramista. Trabalha com argila. Argila é coisa sem sentido, sem beleza. Aí ele, artista, toma a argila e com suas mãos lhe dá a forma de beleza que sua fantasia pede.
Pois é isso que faz a alma: ela toma as memórias do primeiro olho como se fossem argila e lhes dá a forma que o coração pede.
Diferente das memórias do primeiro olho, que são exteriores a nós, as do segundo olho são partes de nós mesmos. Quando as recordamos, o corpo se altera: ri, chora, brinca, sente saudades, medo, quer voltar.
E nem sabemos se foi daquele jeito mesmo ou se o recordado é uma fantasia criada pela alma.
Mas para a alma isso não importa. Não é parte de um passado. É sempre presente.
Quem disse? Angelus, por Rubem, por Taiza.
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